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A história dos games: Call of Duty
Call of Duty é um jogo de tiro em primeira pessoa (do inglês first-person shooter, FPS) é um estilo de jogo no qual se enxerga apenas o ponto de vista do protagonista, como se o jogador e personagem do jogo fossem o mesmo observador.) baseado em combates, este jogo é um simulador de guerra de infantaria, onde combina o uso de armas.
A série Call of Duty iniciou sua trajetória nos PCs em 2003 com um título desenvolvido pela Infinity Ward e publicado pela Activision. Um ano mais tarde, a primeira versão para consoles foi lançado, apenas para o Playstation 2. O sucesso do jogo rendeu seqüências e expansões, porém nem sempre a Infinity Ward foi a responsável pelo desenvolvimento.
Vejamos aqui a saga da única guerra que todos esperam
combater e participar.
2003 – “Call of Duty”:
"O homem tem que estabelecer um final para a guerra, senão, a guerra
estabelecerá um final para a humanidade." (John F. Kennedy).

No dia 29 de outubro de 2003 a produtora Infinity Ward e a Activision lançavam
o primeiro Call of Duty, lançando aos jogadores batalhas da Segunda Guerra
Mundial, similar ao que a franquia Medal of Honor já vinha fazendo.
Entretanto, diferente da franquia da Eletronic Arts, Call of Duty não se
centrava em apenas uma campanha (no caso, a americana, é claro). Ao todo, o
game contava com três campanhas diferentes, divididas entre o front americano,
britânico e russo. Além disso, o game proporcionava ao jogador uma experiência
próxima ao real, com efeitos de desnorteamento caso uma explosão ocorresse
mais próximo ao jogador, embaçando a vista e retardando os movimentos.
Outro grande trunfo do game é a grande quantidade de soldados no meio do
conflito, tanto aliados quanto inimigos, dando a sensação de imersão no
ambiente de combate e maior realidade ao mesmo (afinal de contas, na Segunda
Grande Guerra os combates se davam entre grandes exércitos, e não soldados
solitários em meio ao caos).
A campanha americana tem inicio com missões que antecedem o Dia D (6 de junho
de 1944, com a invasão das forças aliadas na Normandia). Em uma das missões da
frente americana, o jogador deve resgatar dois oficiais britânicos presos em
um château (uma espécie de castelo, mas sem fortificações) nos alpes da
Bavária. O nome destes oficiais?
Major Ingram e Capitão Price.
As missões da frente americana terminam com a invasão de forças aliadas a um
complexo subterrâneo (bunker) para obtenção de documentos confidenciais do
Eixo.
As missões da frente britânica começam com a Operação Tonga (série de ataques
e ocupações por pára-quedistas das forças aliadas para dar apoio à invasão na
Normandia), na ocupação da ponte Pegasus, via de aceso cuja posição era vital
para o avanço aliado e/ou fuga das forças do Eixo.
Entre os soldados e oficiais envolvidos – adivinhe – está o Capitão Price.
Posteriormente, o jogador é levado para invasões e missões de sabotagem nas
linhas de produção inimigas. Novamente, temos o apoio de Capitão Price, que
chega com um caminhão roubado para a fuga da fábrica alemã. Não satisfeito, os
produtores colocam o jogador novamente ao lado de Price, desta vez em uma
missão de sabotagem a bordo de um navio alemão, com o objetivo de roubar os
planos de navegação da marinha alemã e afundar o navio em que se encontra.
Tragicamente, Capitão Price é morto durante esta missão (?).
Por fim, a campanha soviética narra a invasão soviética rumo ao Reichstag,
desde a Batalha de Stalingrado, passando por situações que remetem às ordens
russas de executar qualquer soldado compatriota que recuasse da batalha (Ordem
227), até a invasão e queda do último bastião nazista, com a clássica cena do
soldado russo fixando a bandeira soviética no alto do prédio nazista,
simbolizando a derrota das forças nazistas no próprio território alemão.
A GamePro condecorou o game com a nota máxima, afirmando que o game
“revoluciona os shooters de Segunda Guerra Mundial”. Já a GameSpot afirmou que
o game é recomendado para todos os fãs de um bom FPS, não necessariamente de
época, concedendo uma nota 9 de 10. Por fim a IGN deu a nota 9,3 de 10,
comentando que o game não é recomendado para pessoas com problemas cardíacos,
gestantes ou pessoas com problemas ou contusões nas costas ou pescoço, dada a
emoção e capacidade de manter o jogador preso na frente do PC.
2005 – “Call of Duty 2”:
"De uma guerra se gera outra; uma vingança puxa outra." (Erasmo de Rotterdam).

Com o sucesso do primeiro Call of Duty, era inevitável que a Activision e a
Infinity Ward não lançassem uma continuação para o game.
Lançado para PC e, posteriormente para XBox 360, o segundo episódio da
franquia de guerra retoma os palcos da Segunda Guerra Mundial, mantendo o
estilo de narrativas com diferentes perspectivas, variando de front para
front. Neste game, entramos na pele de um soldado da frente russa, um da
frente americana e dois soldados da frente britânica.
O game passou por refinamentos, com a inclusão de uma bússola mais detalhada,
mostrando o posicionamento de aliados e inimigos, bem como os objetivos,
facilitando a movimentação e localização do jogador. Mas, ao contrário do game
anterior, aqui o jogador não podia carregar duas armas de grande porte (como
rifles ou sub-metralhadoras). Outra mudança feita foi no sistema de danos
sofridos. No game anterior, o jogador precisava sobreviver de acordo com uma
barra verde que simbolizava a quantidade de danos sofridos. Caso a barra
esvaziasse, o jogador morreria. Em Call of Duty 2, o sistema de danos
utilizado é o mesmo dos games atuais, onde o jogador só morre caso receba
danos seguidamente (expressos pela visão em tons de cinza e pelo escutar das
batidas cardíacas do jogador).
Assim como no seu antecessor, o modo multiplayer foi bem trabalhado e recebeu
grandes elogios dos jogadores (principalmente após a liberação do editor de
mapas Radiant).
O game narra diferentes batalhas da Segunda Guerra Mundial, como as batalhas
no norte da África, entre as forças britânicas e os soldados do exercito
nazista, a invasão da Normandia pelos soldados aliados (presente no game
anterior) e a travessia do Rio Reno no trecho alemão pelas forças americanas,
sob forte fogo inimigo.
Entretanto, o que destaca no game – pelo menos a nível de curiosidade – é o
retorno de ninguém menos que o Capitão Price, que pode ser visto nas missões
na África ou durante os créditos do game (onde também podemos encontrar a
célebre frase "No cows were harmed in the making of this game", em referência
às vacas mortas nas missões da Normandia).
De modo geral, o game recebeu boas notas da crítica especializada, embora
alguns detalhes tenham sido apontados, como a baixa capacidade de multiplayer
para a versão do XBox 360 (apenas 8 jogadores, contra os 64 da versão para
PC), o sistema de danos que facilitava demais o game (segundo a crítica da IGN,
“você sempre irá recuperar a sua energia, por mais sério que seja o
ferimento”), retirando parte da sensação de realismo do game.
2006 – “Call oF Duty 3”: "No começo deste século, nós, os fundadores da Aeronáutica, havíamos sonhado com um futuro pacífico e grandioso para ela. Mas a guerra veio, apoderou-se de nossos trabalhos e, com todos os seus horrores, aterrorizou a humanidade." (Santos Dumont).

O terceiro episódio da série Call of Duty talvez seja o mais desconhecido, por
um único fator: Não possui uma versão para PC. Lançado para XBox, XBox 360,
PlayStation 2, PlayStation 3 e Wii, o game difere em alguns aspectos no que
refere a sua localização.
Ainda ambientado na Segunda Guerra Mundial, o game retrata apenas um batalha,
a Batalha da Brecha Falaise (França), que envolveu as forças nazistas do
Quinto e Sétimo Exército de Panzers e o conjunto de forças aliadas.
Entretanto, a narrativa com diferentes perspectivas foi mantida. Aqui, o
jogador entra na pele de um soldado americano, um soldado britânico, um
soldado canadense e um soldado polonês.
A frente americana inicia a campanha, narrando os primeiro confrontos entre as
forças Aliadas e do Eixo, culminando na fuga das forças do Eixo pela Brecha
Falaise. As frentes britânica e canadense contam o desenrolar da batalha,
enquanto que a frente polonesa encerra os acontecimentos desta batalha, que
culminou numa grande perda para as forças do Eixo, possibilitando o avanço das
forças aliadas rumo a Paris e a fronteira alemã.
Também foram introduzidas algumas mudanças na jogabilidade, como o sistema de
combate corpo-a-corpo, onde o jogador deve lutar contra um soldado inimigo
que, por ventura, venha a agarrar seu rifle na tentativa de tomá-lo de você,
dando maior realismo para as situações de guerra.
O sistema de danos tomados manteve-se, com algumas melhorias gráficas para
acentuar a situação de perigo que o jogador possa enfrentar. Assim como
anteriormente, o jogador só morre se fosse atingido seguidamente pelas balas
inimigas ou fosse atingido por alguma explosão, podendo se recuperar
gradativamente ficando longe do fogo inimigo.
De modo geral, o game não teve o sucesso esperado pela falta de divulgação e
falta de uma versão para PC.
2007 – Call of Duty 4: Modern Warfare”: "Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus." (Albert Einstein).

No dia 06 de novembro de 2007 o mundo conheceu aquele que seria um dos FPS
mais cultuados da história.
Lançado para PC, PlayStation 3, Xbox 360 e Nintendo DS (espera-se uma versão
para o Wii), Call of Duty 4 redefine a série, abandonando os combates de época
e focando-se nas guerras modernas.
O game narra o desenrolar de um golpe militar em um país árabe, liderado por
Khaled Al Asad e Inram Zakhaev, com a conseqüente intervenção militar
americana (qualquer alusão à Guerra do Iraque não é mera coincidência) para
restabelecer a ordem no país, enquanto que na Rússia um levante rebelde acaba
resultando na prisão de um informante da SAS (Serviço Aéreo Especial, a força
de elite britânica), resultando na ação de resgate do mesmo.
Com o desenrolar dos fatos, descobre-se que o golpe militar árabe e o levante
russo estão envolvidos em um plano maior para reestruturar a ordem mundial,
culminando numa ameaça nuclear contra os Estados Unidos.
Aqui temos o retorno triunfal de ninguém menos que Capitão Price, como um dos
protagonistas do game, que o guiará por boa parte das missões como seu
superior.
A jogabilidade de Modern Warfare não sofreu grandes alterações se comparada
com a versão anterior, para consoles: A narrativa com diferentes perspectivas
(neste caso, de um integrante da SAS e um soldado do corpo de fuzileiros dos
Estados Unidos), os indicadores de dano, as possibilidades de se posicionar
ajoelhado ou deitado (alterando a velocidade do jogador e a precisão dos seus
disparos), os indicadores de granadas nas proximidades, a presença de soldados
aliados durante as missões e a possibilidade de carregar apenas duas armas,
além de itens diversos. Em relação ao antecessor, o game suprimiu o combate
“corpo-a-corpo”, resumindo-se apenas a evitar ser atacado por cães, apertando
um botão no momento correto.
Aproveitando-se das possibilidades que a tecnologia bélica pode oferecer,
Modern Warfare possui um arsenal diverso e poderoso, contando com rifles como
o M4A1 ou o lançador de mísseis anti-tanque Javelin, além dos itens, como
lançadores de granadas M203 ou minas Claymore, fora a possibilidade de chamar
apoio aéreo de helicópteros e outras coisas mais.
O seu multiplayer redefiniu o gênero, coisa que poucos games conseguiram fazer
(como 007 GoldnEye e Counter Strike), inserindo a possibilidade de “evoluir”
seu personagem, com a inserção de um sistema de pontuações que rendem bônus de
armas e habilidades (os chamados “perks”), como a habilidade de recarregar a
arma mais rapidamente ou a possibilidade de equipar sua arma com uma
empunhadura, para aumentar a precisão dos disparos. Tais bônus podem ser
adquiridos conforme se elimina adversários ou pelo cumprimento de desafios que
o game apresenta para o mod multiplayer, como, por exemplo, eliminar 100
inimigos com determinada arma ou sobreviver uma partida inteira no multiplayer.
Ainda sobre o multiplayer, também foi inserida a possibilidade de chamar por
três tipos de apoios, conforme se elimina os adversários sem ser morto (os
Kill Streak): um apoio de 30 segundos de radar, exibindo no seu radar todos os
adversários (desde que não estejam usando silenciadores ou o bônus de
invisibilidade ao radar); um apoio aéreo, na forma de um bombardeio feito por
caças no local que você escolher; e um apoio aéreo na forma de um helicóptero,
que sobrevoa o mapa, eliminando os rivais que estiverem no campo de disparo do
mesmo (é possível derrubar o helicóptero com disparos contínuos contra ele – o
que garante o cumprimento de um dos desafios do modo multiplayer).
Os gráficos foram desenvolvidos com o máximo de detalhamento possível,
baseando-se, em alguns casos, com localidades reais, como as ruínas de Prypiat,
na Ucrânia, cidade abandonada após o desastre de Chernobyl. Além dos dinâmicos
efeitos de luz, outra inovação da parte gráfica foi a inclusão do sistema de
física conhecido como ragdoll, dando maior verossimilhança aos movimentos dos
personagens, principalmente naqueles que forem atingidos mortalmente. Ainda
sobre a física do game, as balas também podem atravessar objetos menos
resistentes, como placas de madeira ou alvenaria fina, embora o projétil perca
força e impacto caso atinja o seu alvo.
Outro detalhe do game está no seu desenvolvimento. A equipe de produção da
Infinity Ward participou de exercícios de guerra junto com soldados
americanos, o que permitiu estudar melhor os efeitos de se estar, por exemplo,
próximo de um tanque Abrams durante um disparo do mesmo, ou ainda o que um
soldado pensa, faz ou diz durante um combate. Tudo para dar ao game a maior
realidade possível.
Com todos estes cuidados, a crítica especializada não poupou elogios e notas
elevadas (o site Game Rankings, que faz uma média das notas dadas pela
crítica, aponta uma nota média de 94 de 100 para as 72 análises da versão para
XBox 360 que o site considerou).
A GamePro concebeu a nota máxima para o game, bem como a GameSpy. Segundo a
GamePro, “Não encontramos nenhum [fator contra no game]. Sério, nós tentamos
encontrar algo errado no game, mas não conseguimos”. O canal G4 também seguiu
a mesma crítica, afirmando que não havia no game nenhum fator que pesasse
contra.
A IGN deu ao game a nota 9,4 de 10, afirmando que este era “o melhor trabalho
da Infinity Ward”, perdendo apenas na duração do modo principal (single player).
A GameSpot também criticou a curta duração do modo principal de jogo,
afirmando que outros games do gênero possuíam um single player de maior
duração, dando a nota final de 9 de 10. O mesmo diz a EuroGamer, embora ela
relembre que o single player é “notável”, dando uma nota 9 de 10.
Os prêmios que o game carrega também não são poucos: Melhor Game de
PlayStation 3 de 2007, pela GameSpot e GameTrailers, Game do Ano de 2007 pela
GameSpy e GamePro, Melhor Game Militar de 2007 pela IGN, X-Play e do Prêmio
Spike de Vídeo Games, Game de Console do Ano de 2007, pela Academia de Artes
Interativas & Ciências, além de História do Ano de 2007 e vencedor da
categoria Escolha Popular de Game do Ano de 2007 pela Academia Britânica de
Vídeo Games.
Com tudo isso na sua bagagem, Call of Duty 4: Modern Warfare é um divisor de
águas no mundo dos games, o que torna a espera por Modern Warfare 2 ainda mais
angustiante.
* Memória RAM: 512 MB;
* Espaço Livre: 8 Gigabytes;
* Placa de Vídeo: com 128MB, Geforce 6600 ou superior;
* Sistema Operacional: Windows XP.
2008 – “Call of Duty: World at War”: "Em tempos de paz, os filhos sepultam os pais; em tempo de guerra, os pais sepultam os filhos." (Herodes).

Com a dura missão de superar Modern Warfare, World at War retoma os conflitos
da Segunda Guerra Mundial, baseando-se nos conflitos do front russo contra os
alemães e das batalhas do Pacífico entre o exército americano e as forças
japonesas.
Lançado para PC, PlayStation 3 e XBox 360, o game mantém sua interface, com a
presença do radar, dos indicadores de danos (e seu sistema de recuperação de
energia), indicadores de granadas, a possibilidade de se ajoelhar e deitar,
para melhor precisão dos disparos e se ocultar/proteger dos inimigos e a
presença de outros personagens durante as missões.
O destaque do game é a inserção do lança-chamas, possibilitando eliminar a
oposição inimiga que possa estar entrincheirada (como ocorria nos fronts
nipônicos). Esta arma também mostrava o sistema de física do game, aprimorado,
com folhagens com dinâmica própria e as chamas que consomem a vegetação
gradativamente (similar ao visto no game Far Cry 2).
Outro destaque do game é a exibição da guerra de forma mais brutal (o game
recepciona o jogador com um aliado sendo executado por um soldado japonês,
após ter o olho queimado por um cigarro por um oficial nipônico).
Desmembramentos feitos por armas de alto poder de fogo ou soldados mutilados
agonizando após serem atingidos por um bombardeio são cenas comuns no game.
O game narra a invasão russa do Exército Vermelho rumo a Berlim, começando em
Stalingrado (Batalha de Stalingrado), até a queda do Reichstag (Batalha de
Seelow Heighs e a Batalha de Berlim), assim como no primeiro Call of Duty.
Já no front americano, o jogador passa pela invasão do exército americano no
território japonês, começando pelo resgate de aliados da Ilha Makin (hoje Ilha
Butaritari), em referencia ao episódio da Invasão das Ilhas Makin, onde o
exército americano destruiu instalações nipônicas e resgatou reféns, além de
roubar informações dos japoneses e desviar a sua atenção, permitindo que os
aliados tivessem uma brecha para enviar reforços para Tulagi e Guadalcanal.
Ainda no front americano, o jogador também participa da Batalha de Okinawa,
culminando na tomada do Castelo Shuri. No game, a tomada do castelo se dá com
uma série de bombardeios sobre o mesmo, com o jogador muito próximo de tudo.
Na história, o mesmo ocorreu: O exército americano cercou o castelo e iniciou
uma série de bombardeios. Entretanto, na história, diferente do game, muitos
soldados americanos foram mortos pelas bombas que caiam (o chamado “Fogo
Amigo” – “Friendly Fire”).
O modo multiplayer manteve as inovações de Modern Warfare, com os “Perks” e
“Kills Streaks”. Entretanto, a inclusão de um modo cooperativo e a inserção de
uma fase bônus de sobrevivência contra constantes ondas de ataques de zumbis
nazistas (exatamente: Zumbis) deram fôlego novo aos modos secundários do game.
Diferente do Modern Warfare, World at War foi produzido pela Treyarch, o que
não significa uma mudança brusca no game, para mais ou para menos.
A crítica recebeu bem o game, mas muitos apontaram que World at War não
conseguiu superar sem antecessor, além das missões dos games estarem longe uma
das outras na ordem cronológica dos acontecimentos. Segundo a IGN, a área ande
“World at War brilha” é no multiplayer, e não em seu single player, dando ao
game a nota 9,2 de 10 (tanto para PC quanto para PlayStation 3 e XBox 360). Já
a GameSpot afirma que o game possui “configurações familiares, mecânicas
familiares e armas familiares”, referindo-se a pouca evolução da franquia
neste episódio, conferindo ao game a nota 8,5 de 10 (também tanto para PC
quanto para PlayStation 3 e XBox 360).
De modo geral, World at War é um grande game, mas fica renegado à sombra de
seu antecessor.
2009 – “Call of Duty: Modern
Warfare 2”:
"Estar preparado para a guerra é um dos meios mais
eficazes de preservar a paz." (George Washington).

Call of
Duty 4: Modern Warfare 2 é um jogo de tiro em primeira
pessoa, que se passa em tempos modernos. Ao contrário de
toda a franquia, o jogo não retrata os campos de batalha
da Segunda Guerra Mundial, mas, principalmente, cenários
da Rússia e do Oriente Médio, nos quais o jogador
assumindo o papel de militares da Força Especial britância SAS e da Force Recon, as Forças Especiais da
Marinha dos EUA.
Apesar do fundo histórico ser outro, Modern Warfare
mantém o mesmo ritmo de ação acelerado que consagrou a
franquia, colocando o jogador em missões, em que se
controla as armas do avião de ataque AC-130, e os
helicópteros Blackhawk e H1 Super Cobra, além dos mais
variados veículos terrestres de guerra. Como o jogo se
passa em novo cenário, os fãs da franquia dispõem de um
arsenal moderno, entre os quais se destacam
lança-granadas, sub-metralhadoras, mísseis guiados,
rifles de assalto e pistolas automáticas.
O modo multiplayer das versões para o PC, Xbox 360 e
PS3, chega com um sistema inovador, no qual o jogador
pode criar classes de soldados e acumular pontos de
experiência ao matar os inimigos e completar objetivos
de desafios. Na versão para o DS, pode haver quatro
jogadores em conexão local, sem suporte para o Wi-Fi.
Call of Duty 4: Modern Warfare se destaca como um dos
shooters mais esperados da nova geração,
apresentando gráficos que levam ao máximo as capacidades
de hardware de cada console, com cenários e modelos de
personagens realistas e uma jogabilidade fluida,
principalmente, nos momentos de maior ação.
Tentar dizer mais do que isso sobre Modern Warfare 2 é bobagem. Ou porque
você, leitor, já sabe, ou porque ninguém, exceto o pessoal da Infinity Ward/Activision,
sabe.
De todo modo, Call of Duty merece seu lugar na história dos games, pelo seu
desenvolvimento sempre vitorioso e primoroso, seja como FPS, seja como
referência para um bom game.
COD MW 2 - Requerimentos mínimos para rodar o jogo:
* Processador: Intel Pentium 4 3.2 GHz ou AMD Athlon 64 3200+;
* Memória RAM: 1 GB RAM (XP) / 1 GB
RAM (VISTA/WINDOS 7);
* Espaço Livre: 16GB de espaço
livre no HD;
* Placa de Vídeo: ATI Radeon 1600XT
ou melhor, 256 MB NVIDIA GeForce 6600GT ou melhor;
* Sistema Operacional: Windows XP, Vista e Windows 7;
2010 – “Call of Duty BLACK OPS": ""A paz,se possível,mas a verdade a qualquer preço."(Lutero).

O novo Call of Duty foi desenvolvido
pela Treyarch, a mesma responsável por World at War. Desta vez, o jogador
viverá vários momentos da Guerra Fria, passando por países como Vietnam, Cuba
e Rússia. A promessa é uma campanha intensa e encharcada pela brutalidade da
guerra.
Quem já conhece a franquia provavelmente notará várias semelhanças,
principalmente em relação a Modern Warfare. Assim como no game que retrata
conflitos modernos, Black Ops trará missões em que o jogador deve controlar a
câmera de uma aeronave e dar ordens aos soldados que lutam no campo de
batalha. Além disso, o título contará com várias armas novas, incluindo até
mesmo um poderoso arco e flecha.
Black Ops conta também com um modo multiplayer cooperativo para até quatro pessoas. Desta vez, contudo, não se trata de simples missões isoladas da campanha. Em vez disso, os parceiros participarão da campanha integral do título.
COD BLACK OPS - Requerimentos mínimos para rodar o jogo divulgados pela Activision:
*
Processador: Intel Core 2 Duo E6600/AMD Phenom X3
8750;
* Memória RAM: 2GB;
* Espaço Livre: 12 Gigabytes;
* Placa de Vídeo: Compatível com
Pixel Shader 3.0 com 256MB (NVIDIA GeForce 8600GT/AMD
Radeon X1950 Pro);
* Sistema Operacional: Windows XP, Vista e Windows 7;
* DX: DirectX: 9.0c.
Referências e Fontes
Eurogamer.net, Gameinformer.com, Gamepro.com, GameRankings.com, Gamespot.com,
Gamespy.com, GameTrailers.com, Google.com, IGN.com, Infinityward.com,
Modernwarfare2.com, Sitequente.com, Wikipedia.org, Youtube.com, Tothegame.com
e Baixaki Jogos.







